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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

sobre duvidar de si mesmo




Quando duvidamos de nós mesmos (estou falando de crescer, e não de regredir) fica ainda mais difícil pras outras pessoas acreditarem na nossa capacidade. Eu sei que não é fácil ter segurança e muitas vezes nos tornamos inseguros por nossa culpa ou porque o mundo nos deixou assim. Mas se nós não enfrentarmos nossos próprios desafios, quem vai? Estou falando desse medo latejando na sua cabeça, bem nessa coisa que você se acha inferior ou menos capaz. Eu sei o quanto isso é terrível porque isso também se faz presente na minha vida. Tem certas coisas que me fazem tremer da cabeça aos pés, medos que eu tenho medo de combater, coisas que eu deveria fazer, mas não tomo iniciativa. Eu sou assim e sei que não sou exemplo de superação. Até porque infelizmente determinação nunca foi o meu forte. E por não ser exemplo, sei que soa estranho eu querer dar lição de moral, mas creiam que esse texto se encaixa perfeitamente na minha vida, ele é pra mim também.
 O que eu estou fazendo pra fazer as coisas melhorarem? Quantas vezes eu já dei o primeiro passo pra ME superar? Você não precisa competir com outra pessoa. Você só precisa se olhar no espelho e querer ser melhor amanhã do que você está sendo hoje. Isso é uma luta interna, que pode durar a vida inteira, depende de você. Só de você. E sem desculpas e discursos de vítima. Pode ter certeza que há pessoas em situações bem piores que você. E que mesmo estando em situações piores se superaram e talvez superaram você e eu junto. Não que as ações delas sejam superiores, mas o trabalho que elas realizaram interiormente, a confiança que adquiriram, a segurança no “eu posso” é admirável. Não é pra sentir inveja, e sim sentir admiração. Porque se superar, todo mundo é capaz. Basta dar um passo de cada vez. Se caiu? Levante-se e pare de reclamar. As vitórias da vida não são fáceis, e quem é fraco em persistir não tem chance contra as surpresas indesejáveis que aparecem no caminho. 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Eles nos testam!



Garotos. Sempre ocupando nossas mentes. Não que nós mulheres, saiamos das deles, mas o lado feminino tende a pensar mais. Quando digo pensar não é lembrar, exatamente. É sim duvidar, se perguntar, questionar, imaginar coisas que nunca acontecerão, enlouquecer, se descabelar, chorar, pensar e pensar.
Mas porque aquele infeliz não me ligou? Será que ele tá com outra? Será que ele não pensa em mim como eu penso nele? Ele vai me largar! Será que eu o magoei em algo? Ai minha santa! Porque ele olhou pra ela? Será que sou atraente o suficiente? E blá blá blá. Perguntas e stress que muitas vezes são desnecessários. Detalhes que nos tornam inseguras em um relacionamento e que nos deixam com vontade de agarrar essas pestes milagrosas e não soltá-las de jeito nenhum, querendo saber tudo o que fazem, aonde vão, que horar acordaram, e o que eles comeram no almoço.
Pois é, queridas. É esse o objetivo deles. Deixar-nos inseguras, fazer com que acreditemos que eles simplesmente não se importam. Que eles tem um coração resistente, e que se você, não correr a trás (servir de tapete), eles vão te largar. Porque eles não estão nem aí. E olha, eles podem realmente não estar nem aí, dependendo do nível de relacionamento de vocês. Mas uma coisa é certa: eles nos testam. Eles olham pra uma garota na nossa frente de propósito pra ver a nossa reação. Eles querem ver o quanto NÓS damos importância. O quanto eles podem nos afetar. E o que a maioria das garotas fazem? Escrevem na testa: EU ME IMPORTO! E geralmente correm atrás, começam a fazer meia dúzia de questionários, grudam mais que chiclete, ligam de dez em dez minutos, fazem o maior doce, e na décima nona pergunta o que lhe resta, sinto lhe informar, é a marca do sapato dele na sua bunda, ou seja, tu levou um pé na bunda e nem viu.  OU não. Porque há caras por aí, que gostam de meninas terrivelmente grudentas, ciumentas, e que simplesmente se afastam quanto mais indiferentes suas parceiras são. Mas não é desse tipo de garoto que eu estou falando, porque comigo, esse tipo não tem chance. Nenhuma.

Voltando: ninguém gosta do que é muito fácil, não é? E cá entre nós, pra que amarrar um cachorrinho que você tem a certeza que não sai do seu pé? Bom, amigas, o cachorrinho pode ser você. E eu te digo, com o perdão da palavra, que as coisas não são bem assim, e que você pode se dar muito mal. (ou não, vai saber se o cara não era uma peste milagrosa).
Todas sabem que se entregar de primeira, não é muito legal. E que caras gostam de desafios. Por isso às vezes é bom fingir que não se importa. É bom se afastar do telefone. Segurar suas vontades para que seus desejos possam se realizar no futuro.
Quando o relacionamento está no início, é apenas uma ficada ou vocês só estão conversando, é normal ter “joguinhos”. E por vocês não se conhecerem direito, por vocês (ou ele) ainda não estarem totalmente apaixonados um pelo outro, acaba havendo esses testes que simplesmente nos fazem mal. Mas lembre-se que a indiferença pode doer muito mais do que uma ligação que você não recebeu. E quando sabemos agir da forma correta, comedida, usando a indiferença como nossa aliada, quem vai ficar encucado são ELES. Quem disse que só eles podem testar? É o lance de andar no mesmo passo. Se ele der um, você talvez dê um. Se ele volta dois, você volta também. Nunca deixe ele pensar que já te conquistou por completo. Agora, se você e seu amor já estão em um relacionamento sério e que já dura há um bom tempo, não há necessidade de joguinhos e testes. Isso complica qualquer relação, porque é algo totalmente dispensável. Mas lembre-se: nunca deixe de lado a perspicácia feminina. Nunca deixe ele pensar que você lambe o chão que ele pisa. O desafio precisa continuar!