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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

No silêncio


Eu gosto de pessoas que aproveitam o silencio ao meu lado. Que você não precisa inventar conversa e pensar no próximo assunto. Aquelas que estão do seu lado por simplesmente gostarem da sua companhia, com palavras ou não. Que você se sente a vontade, sente saudade e quer ter sempre por perto. O silêncio não incomoda, e sim é proveitoso e agradável. Cumplicidade pra todas as horas, sem preocupação e julgamentos. Confiança em cada ato, carinho, devoção e segredos compartilhados.  A presença é o mais importante, e por mais que as nossas mentes vagueiem por lugares diferentes, estamos conectados por nossos lados de amizade e afeição. Isso pra mim é ter intimidade. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Bateu a saudade



Agora me deu saudade. Uma saudade estranha e múltipla. Saudades de várias pessoas que estão longe. Do cheirinho delas, do abraço, da conversa, do sorriso. Pessoas que eram especiais demais pra mim, e que continuam sendo, apesar da distância. Estou sentindo falta de ver um “online”, de jogar conversa fora. Sabe, tem coisas que são inesquecíveis, momentos, histórias e principalmente pessoas. Tem gente que eu nunca nem fui próxima, mas que vou lembrar pra sempre. Imagina aquelas que chegaram mais perto e conquistaram o meu coração! São pessoas diversas e que moram em lugares diferentes. Quem me dera poder estar com todas elas reunidas em um só lugar. Pra sonhar um pouco. Tentar reviver os momentos e pelo menos por poucos minutos sentir que a presença delas será eterna em minha vida. A presença física. Aquela que não pode ser substituída por memórias, fotos ou telefone. 


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ansiedade !




Mas que saco. Fica me atormentando o tempo todo. Como se eu tivesse algo pra fazer, como seu eu acabasse de percorrer uma maratona,  meu coração não sossega um segundo. Isso me irrita profundamente, ao mesmo tempo em que eu não consigo desgrudar do que me deixa tão ansiosa. Porque as coisas demoram tanto pra acontecer? E por que eu não tenho o dom da bendita paciência? Ansiedade é sufocante, é estressante e engraçada quando me vejo digitando esse texto desesperadamente no teclado. Engraçado porque não era sobre esse assunto que eu ia postar, era sobre outra coisa mais filosófica, que por acaso a ansiedade não me deixou escrever, como se eu tivesse outra coisa mais importante pra fazer na net do que escrever um pensamento bonito. Isso é um desabafo. Bem que eu queria poder descontar na própria ansiedade, mas como isso é  impossível e insano, eu desconto todo esse meu apavoramento no coitado do meu teclado e no meu blog. Bom, uma hora outra eu ia ter que escrever sobre isso mesmo. Porque a querida ansiedade insiste em acompanhar a maioria dos meus passos. É isso. E não é que eu fiquei mais calma depois de escrever esse texto? Vai entender.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Cansada do amor




 Ela Cansou do amor. Sentiu  vontade de ser só ela e ela. Um egoísmo que pra muitos não faria sentido, que soaria mal. Cansou de sofrer por amor, de derramar lágrimas por alguém, de sentir falta de um abraço, cansou das declarações, cansou de depender,  cansou de problemas para resolver, dúvidas para se esclarecer. Pelo menos naquele instante, não queria mais o calor, o fogo da paixão. Não queria o coração acelerado que a fazia perder o ar, que fazia suas bases tremerem.
Queria ter o coração livre de sentimentos que a prendiam. Queria ter o poder de aproximar e largar sem sentir nada, ter o gostinho do IMPOSSÌVEL. Tirar o nó da garganta, não ter medo de arriscar. Ser independente, e ter o coração calejado para não sentir dor, apensar de saber que se fosse assim, reclamaria por ser fria. A faca afiada da indiferença acabaria a matando aos poucos, e ela acabaria chorando do mesmo jeito, por não saber o que é se entregar. Portanto, nenhum extremo faz bem, óbvio. O bom seria se entregar, amar, sofrer e se recuperar – completamente – num período de tempo não tão longo. Mas são poucos que dominam a arte da superação. E a realidade dela e das pessoas que a cercavam, estavam bem longe de ser parecida com essa. O engraçado é alguém como ela pensando uma coisa dessas. Ela tinha o amor, um amor sincero e mesmo assim a incomodava saber que  dependia dele. A alma dela aspirava liberdade, mas o amor a prendia de tal forma, que ficou sem saber como agir. Seu coração ansiava cada beijo, cada suspiro quando o amor estava presente. E por mais que tentasse ser forte,  continuava amando, dependendo, respirando e vivendo cada dia mais esse amor.
PS: Inspirado em todas as minhas amigas que sofrem do "coração". Amo vocês.

Sinto sua falta.



 Hoje eu to sentindo sua falta mais do que nunca, falta do seu cheiro, do seu abraço, do seu beijo e dos seus olhos. Queria muito que eles estivessem aqui agora, seus olhos brilhantes, olhando pra mim, e o seu sorriso lindo que me faz sorrir junto. É nessas horas que eu vejo como você é tão importante, o essencial pra mim. O quanto você me faz bem, o quanto sua presença me conforta. Meu coração está triste, ele chora porque você não está aqui. Talvez ele só vá sarar quando você estiver por perto. Vem cuidar de mim, que eu cuido de você. Me mostra o que dói que eu dou beijinhos pra sarar. Vem me fazer feliz, que eu te faço rir pro resto da vida. Vem me tratar como uma princesa, e eu vou te amar pra sempre. 



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Tudo Passa

A maturidade , o tempo, nos fazem ver como as coisas são...Amores vem e vão, chorar de vez em quando faz bem, e sofrer de amor todo mundo sofre um dia. Mas a verdade é que tudo passa, por maior que seja a dor no seu peito, por mais que você acredite que ele é o amor da sua vida, por mais que você acredite que não consegue esquecê-lo. TUDO PASSA. E a dores piores do que um amor não correspondido. Há coisas mais importantes do que o seu namoradinho que te largou. Vai chegar uma hora em que seremos adultas, e tudo isso, toda essa explosão de sentimentos, vão ser uma lembrança que teremos. E riremos de tudo isso, pode crer. 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Tão instável quanto possível.


Meu coração nem sempre está de acordo comigo. E ele é tão instável quanto possível. Ele pode me fazer tão bem e ao mesmo tempo tão mal. Pode me fazer sentir tão poderosa, mas também tão dependente. O ponto de equilíbrio talvez não exista. Só sei que as decisões nem sempre estão em minhas mãos.  E esse descontrole é terrivelmente normal. O que torna ser uma exceção, um desafio.